
Já pensaram se o professor tivesse na final da Copa? Seria as mil maravilhas e todos mesmo com as discordâncias estariam sem sombra de dúvida aplaudindo o seu trabalho.
No entanto, como no futebol nem sempre é como nós pensamos, o jeito é segurar a onda, e seguir a vida batendo a nossa tradicional bolinha, como diz o meu amigo corintiano Paulo Francisco, da cidade de Peruíbe (SP).
Na realidade, amigos, nós temos o costume de dizer que o Brasil é o país do futebol bonito. Tudo isso é um mito muito antigo. Foi criado em 1970 mas muita coisa mudou.
Tem gente que fala em romantismo, diálogo, amizade e um pouco de um oba, oba, em cima do comandante da seleção, mas o futebol não é assim. A bola é uma coisa muito séria e "sobrenatural".
Atualmente existem milhões de críticos e todos falando e escrevendo sobre a Jabulani, a verdadeira escrava do Mundial.
O que me deixou chateado foi ver o goleiro Júlio César e a nossa defesa levar um gol de uma cara com 1,70m. Se fosse no meu time, era um Deus nos acuda, mas levamos.
Ser demitido por telefone ou fax é uma vergonha, mas aconteceu com o Dunga.
Já falam em Nano Menezes, outro arrogante, metido, mas que aceita os tapinhas.
Já falam em Felipão, o sabe tudo e não sabe nada. É arrogante e gosta de bater.
Já falam em Muricy Ramalho. Outro arrogante que encara as "feras" da mídia.
Já falam em Leonardo. Um cara jovem e que merece uma chance.
Já falam em Luxemburgo. O aceita tudo e algumas coisas.
Ninguém falou ainda em Zico, Abel Braga e Júnior.
E ponto final.






